Dark Mode Light Mode

Paloma Le Friant estreia no Brasil na festa oficial do GP de São Paulo

Filha do DJ francês Bob Sinclar, Paloma Le Friant assina pela primeira vez uma discotecagem no Brasil, na festa oficial do GP de São Paulo de Fórmula 1, produzida pela Posh Club.

WAYFARER · NIGHTLIFE

Um sobrenome pode abrir qualquer porta. O que se faz depois de atravessá-la é outra história.

Paloma Le Friant cresceu dentro do som que fez de seu pai, o francês Bob Sinclar, um dos nomes mais reconhecíveis da música eletrônica das últimas três décadas. Aos 21 anos, prestes a completar 22 em agosto, ela chega ao Brasil não como herdeira, mas como artista em construção — e escolhe estrear no país num palco de exposição máxima: a festa oficial do Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1, assinada pela Posh Club.

O convite tem peso. Há quatro anos consecutivos a Posh Club responde pela festa oficial do GP de São Paulo, um dos pontos altos do calendário social brasileiro em novembro, quando Interlagos concentra por alguns dias a atenção do circuito internacional. Colocar uma estreante nesse contexto é uma aposta — e também um sinal de para onde a marca acredita que a atenção está migrando.

Paloma Le Friant sorrindo com camiseta branca e fones no pescoco

Parisiense, modelo agenciada e presença constante nas semanas de moda europeias, Paloma vem construindo um repertório que circula entre a passarela e a cabine. No último ano dividiu os decks com o pai em Tomorrowland, na Bélgica, e emprestou seu nome a ativações de marcas como Apple, YSL Beauty e Sephora. Em junho, discotecou para a Hublot em Saint-Tropez — onde é embaixadora — e resumiu sua relação com o relógio numa frase que diz muito sobre seu gosto: usá-lo “with a white tank top and jeans, something monochrome”.

O monocromático como assinatura. A ideia de que o essencial dispensa ornamento. É um vocabulário que Paloma parece entender bem — e que combina com o momento em que se apresenta.

Paloma Le Friant nos controles sob iluminacao vermelha

A herança sonora está lá, inevitável. “World, Hold On”, o refrão que consagrou Bob Sinclar em meados dos anos 2000, voltou a circular recentemente no Brasil, reintroduzindo à geração mais nova um som que Paloma carrega no próprio DNA. Mas a leitura mais interessante não está na linhagem: está no que ela faz com o espaço que lhe foi aberto.

Fundada em 2006 pelo Grupo All, a Posh Club consolidou-se como uma das operações de nightlife mais reconhecíveis do país, com sua temporada de verão em Jurerê Internacional, em Florianópolis, e pop-ups que já passaram por Miami, Nova York, Saint-Tropez, Ibiza e pelo Grande Prêmio de Mônaco. A festa do GP de São Paulo é hoje um de seus marcos anuais.

Paloma Le Friant discotecando com camiseta PALOMA sob luzes roxas

Resta a pergunta que toda estreia carrega, e que nenhum sobrenome responde por antecipação: o que Paloma Le Friant tem a dizer quando as luzes baixam e o set começa. Em novembro, Interlagos escuta.

Herda-se um som. Constrói-se um nome.

Previous Post

Lamborghini Urus SE Performante: o SUV mais potente da marca chega com 800 cavalos

Next Post

Wimbledon e Range Rover renovam parceria com estreia do primeiro modelo elétrico da marca