Durante o Carnaval de 2026, a festa Room Service realizou suas primeiras edições no Rio de Janeiro, ocupando o átrio do Museu do Amanhã com uma proposta que apresentou uma nova leitura para o conceito de after party dentro da programação eletrônica da cidade.

Idealizada pelos sócios Notthesame, Jackson, Maz e Léo Fumagalli, a Room Service chegou ao Rio com uma proposta que se distancia do formato tradicional das festas de madrugada. O projeto foi concebido para colocar a curadoria musical, a hospitalidade e a atmosfera do encontro no centro da experiência, criando um ambiente onde música, arquitetura e público se conectam de forma mais natural.


Realizada em duas datas ao longo do Carnaval, a programação ocupou o átrio do museu com uma atmosfera que combinou arquitetura contemporânea e música eletrônica em um ambiente mais próximo e imersivo. Localizado na região da Praça Mauá, o espaço trouxe uma dimensão particular para a experiência, integrando a pista ao cenário cultural da zona portuária do Rio.


A cabine reuniu nomes relevantes da cena eletrônica contemporânea. Entre os artistas que passaram pela programação estiveram Mochakk, Miguel Llantons, Ahmed Spins e Dennis Cruz, além dos próprios Jackson e Maz, conectando diferentes vertentes da música eletrônica em uma programação que acompanhou o ritmo do amanhecer carioca.

Outro elemento que reforça a identidade da Room Service é a política de cameras allowed, adotada pelo projeto para estimular interações mais espontâneas entre os presentes. A proposta é incentivar conexões genuínas entre artistas e público, criando um ambiente onde a experiência coletiva da música ganha protagonismo.


Com um público seleto, internacional e alinhado à cena contemporânea da música eletrônica, a Room Service apresentou no Rio um formato que privilegia curadoria, ambiente e encontro. Um projeto que posiciona o after party não apenas como extensão da noite, mas como um novo ponto de convergência cultural dentro da programação do Carnaval carioca.
