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Maybach Classe S reforça narrativa de luxo em “O Diabo Veste Prada 2”

A Mercedes-Benz retorna ao universo da moda e do cinema com um gesto que equilibra precisão estética e narrativa cultural. Em parceria com a 20th Century Studios, a marca alemã integra o aguardado O Diabo Veste Prada 2 com um papel que vai além da presença visual, posicionando o Mercedes-Maybach Classe S como extensão direta da personagem Miranda Priestly. Duas décadas após o Classe S original marcar presença no filme de 2006, a volta da fabricante ao roteiro reforça um diálogo contínuo entre luxo automotivo e linguagem cinematográfica.

No centro dessa colaboração está o conceito global “A Arte da Chegada”, que traduz uma ideia silenciosa de poder. Não se trata de ostentação, mas de domínio. O gesto de entrar e sair de um automóvel, nesse contexto, assume dimensão simbólica. O fechamento suave das portas, o isolamento acústico preciso, o acabamento feito à mão e a atmosfera controlada transformam o deslocamento em um ritual privado. É nesse espaço que decisões são tomadas antes de o mundo externo exigir presença. A proposta é clara: o verdadeiro luxo está no intervalo entre o anonimato e a exposição.

A escolha do Maybach para acompanhar Miranda Priestly não é casual. Interpretada novamente por Meryl Streep, a editora-chefe da Runway Magazine representa uma autoridade que nunca precisa ser reafirmada. O automóvel, com seu interior MANUFAKTUR e engenharia voltada ao conforto absoluto, reflete essa mesma lógica. Entre trajetos por Manhattan e momentos de introspecção no banco traseiro, o carro se torna uma extensão da personagem, reforçando atributos como controle, precisão e sofisticação atemporal.

A campanha também apresenta o novo Mercedes-Maybach Classe S 2026, revelado recentemente como evolução natural de uma linhagem que combina inovação técnica com excelência artesanal. Ao seu redor, outros modelos da marca, como Classe S, GLE, Classe G elétrico, Classe V e Sprinter, compõem um ecossistema que evidencia a ambição da fabricante em ocupar diferentes territórios do desejo contemporâneo.

O filme reúne novamente nomes que definiram o sucesso original. Além de Streep, retornam Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, sob direção de David Frankel e roteiro de Aline Brosh McKenna. A estreia, marcada para 1º de maio de 2026, resgata não apenas personagens icônicos, mas também a estética que moldou uma geração de narrativas sobre moda, poder e ambição.

Essa nova participação da Mercedes-Benz também dialoga com um momento simbólico para a marca. Ao celebrar 140 anos desde a patente do primeiro automóvel por Carl Benz e as contribuições pioneiras de Gottlieb Daimler, a empresa reafirma sua trajetória como protagonista na construção do imaginário automotivo. A jornada global “140 Anos. 140 Lugares.” amplia essa narrativa ao conectar passado e futuro em uma sequência de experiências ao redor do mundo.

Entre o cinema e a engenharia, entre a moda e a mobilidade, a presença do Maybach em “O Diabo Veste Prada 2” não é apenas um detalhe de produção. É um gesto calculado que reforça como certos símbolos continuam relevantes quando conseguem evoluir sem perder sua essência.

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