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Clash de Cartier: o fecho que gira vira bolsa

A Cartier leva o código da coleção Clash para a marroquinaria: uma bolsa inspirada num envelope, feita em Florença, que se fecha com um giro do pino.
Bolsas Clash de Cartier em caramelo, bordô e preto empilhadas Bolsas Clash de Cartier em caramelo, bordô e preto empilhadas
Divulgação Cartier
Bolsas Clash de Cartier em caramelo, bordô e preto empilhadas

Estilo · Acessórios

O fecho que gira

A Cartier leva o código da coleção Clash para a marroquinaria: uma bolsa inspirada num envelope, feita nos ateliês de Florença, que se fecha com um giro do pino.

Texto Redação WAYFARERFotos Cartier / DivulgaçãoSetembro de 2026

Na joalheria, a Clash nasceu de uma tensão: pinos, cravos e contas que parecem prestes a se chocar e nunca se chocam. Na bolsa, a tensão cabe num único gesto.

A Clash de Cartier, que chega às boutiques em setembro, transforma o elemento mais reconhecível da coleção em fecho. Um pino que, com um giro, abre ou fecha a bolsa. O resto do desenho existe para deixar esse gesto aparecer.

Um envelope, duas personalidades

A referência de partida foi um envelope. O sistema de fechamento define discretamente o formato da bolsa dos dois lados da alça e permite duas leituras da mesma peça: aberta, para um uso mais descontraído, ou fechada, com o giro do pino, para uma silhueta mais estruturada. Pode ser levada na mão, no braço ou no ombro.

Modelo segura a bolsa Clash de Cartier preta junto ao rosto
A versão preta, levada na mão
Detalhe do fecho de pino da bolsa Clash de Cartier
O pino que abre e fecha a bolsa

A estética desta bolsa é guiada pela pureza de suas linhas.

Marlin Yuson, diretora criativa de acessórios e artigos de couro da Cartier

Florença e a pátina

A bolsa é feita nos ateliês da Cartier em Florença, em um couro excepcionalmente fino, de granulação natural e acabamento levemente tátil, escolhido para ganhar pátina com o uso. A ideia é que a peça melhore com o tempo, e não o contrário.

São três cores: preto, caramelo e o bordô da casa. Este último tem história própria. É uma cor oficial Pantone e apareceu pela primeira vez nos anos 1970, com a coleção Must de Cartier, quando a maison decidiu que objetos do dia a dia também podiam carregar sua assinatura. Os tamanhos variam de acordo com o mercado.

Bolsa Clash de Cartier média em preto
Preto
Bolsa Clash de Cartier média em caramelo
Caramelo
Bolsa Clash de Cartier média em bordô
Bordô

A Clash sempre foi uma joia sobre o quase: o choque que não acontece, o movimento contido. Na bolsa, esse quase ganha uma função. Um giro do pino e a peça muda de humor. É pouco. É exatamente o suficiente.

Bolsa Clash de Cartier, em preto, caramelo e bordô. Feita nos ateliês da Cartier em Florença.
Disponível nas boutiques Cartier a partir de setembro. Tamanhos variam por mercado.

Redação WAYFARER

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