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São Paulo inaugura mais uma edição da Bienal e reafirma sua vocação para a arte

A 36ª Bienal de São Paulo, Nem todo viandante anda estradas, abriu em setembro de 2025 no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, com curadoria de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung e entrada gratuita até 11 de janeiro de 2026.

A 36ª Bienal de São Paulo abriu oficialmente suas portas no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, reafirmando sua relevância como um dos maiores encontros da arte contemporânea no mundo. Sob o título “Nem todo viandante anda estradas”, a mostra reúne artistas de diversas origens e propõe diálogos múltiplos sobre tempo, movimento e percursos artísticos e sociais.

Na quinta-feira, 4 de setembro, a coletiva de imprensa deu início à programação com a presença de curadores, artistas, críticos e representantes do setor cultural. O encontro destacou o caráter inovador da edição e a força do olhar curatorial de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, acompanhado por Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Keyna Eleison e Thiago de Paula Souza, que juntos delinearam uma narrativa de múltiplas camadas.

O clima de celebração se estendeu ao coquetel de abertura, marcado pela presença da Ministra da Cultura, Margareth Menezes, que ressaltou a importância da Bienal como espaço de reflexão e projeção da identidade cultural brasileira. Andrea Pinheiro e Maguy Etlin, presidentes da Fundação Bienal, também participaram da noite inaugural, reforçando o compromisso institucional com a difusão da arte em sua dimensão mais ampla.

Entre os convidados que prestigiaram o evento, estiveram nomes reconhecidos do cenário artístico e cultural, como Ana Carolina Ralston, Astrid Fontenelle, Conceição Evaristo, Luedji Luna, Márcia Fortes, Rachel Maia, Rita Carreira e Xênia França. Figuras ligadas à crítica de arte, ao design, à literatura e à música compartilharam a mesma atmosfera de celebração, reforçando o caráter plural da Bienal.

Aberta ao público a partir de 6 de setembro, a mostra seguirá em cartaz até 11 de janeiro de 2026. Com entrada gratuita, a 36ª Bienal reafirma não apenas sua força como plataforma de exibição de obras, mas também seu papel de formação e acesso, consolidando-se como um dos mais importantes palcos de diálogo entre o Brasil e o mundo no campo das artes visuais.

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