WAYFARER · Fly | Grande Prêmio de São Paulo
O Grande Prêmio começa muito antes da largada. Começa no trânsito.
Quem já tentou chegar a Interlagos num domingo de corrida sabe que a Marginal e a Avenida Interlagos guardam sua própria versão do grid, só que parada. Para uma parte do público, a resposta está a poucos metros acima dela. Pelo terceiro ano consecutivo, a Revo é a parceira aérea exclusiva do GP São Paulo, de 6 a 8 de novembro, e liga a região da Faria Lima ao autódromo em cerca de dez minutos de voo.

Mais do que um voo, a torre de controle do fim de semana
O papel da Revo no Grande Prêmio não se resume a levar os próprios clientes. A empresa responde pela gestão de toda a operação aérea do autódromo: administra o heliponto e coordena pousos e decolagens de aeronaves próprias e de terceiros. Na edição de 2025, essa operação somou cerca de 400 voos e 1.100 passageiros ao longo dos três dias, num fim de semana que levou 304 mil pessoas a Interlagos, recorde de público do circuito.
Neste ano, a novidade está no chão. A Revo passa a oferecer transporte terrestre privativo entre o heliponto e as áreas VIP do autódromo, como o Paddock e o Grand Prix Club. É o trecho que, até aqui, separava a chegada aérea do lugar onde a corrida de fato acontece, e que agora entra no mesmo serviço.
O lounge assinado por Sig Bergamin
Na Faria Lima, a empresa mantém dois lounges próprios, que servem de ponto de embarque e atendimento. Em Interlagos, durante os três dias do GP, haverá um terceiro: um lounge exclusivo no heliponto do autódromo, projetado pelo arquiteto Sig Bergamin, embaixador da marca. A assinatura diz muito sobre a proposta. A Revo não vende só deslocamento. Vende a sensação de que a chegada também faz parte do evento.
“O GP São Paulo reúne pessoas que chegam ao autódromo para viver um dos grandes momentos do calendário esportivo. Para a Revo, fazer parte desse evento é entender o que essa chegada representa e cuidar de tudo o que vem antes dela.”
Patrícia Dib, CMO da Revo
Quanto custa chegar pelo ar
Há dois formatos. O primeiro é o voo compartilhado, com reserva por assento, em horários fixos no início da manhã e no fim da tarde. Custa R$ 4.900 por trecho, vale para quem já tem ingresso e está disponível no sábado e no domingo, sujeito a lotação.
O segundo é o voo privado, com fretamento da cabine inteira e horários e locais de embarque combinados conforme a disponibilidade da operação. Aqui, o preço muda com o tamanho da aeronave e com o dia: na sexta-feira, de treinos, o helicóptero para até cinco passageiros sai por R$ 17.800, e o de até oito, por R$ 19.900. No sábado e no domingo, os valores sobem para R$ 31.000 e R$ 38.000, respectivamente.
Quem chega em aeronave própria também passa pela Revo, que cobra uma taxa de atendimento no heliponto. Ela inclui recepção, acesso ao lounge e o traslado de ida e volta entre o heliponto e as áreas VIP no mesmo dia: R$ 14.950 na sexta e no sábado, e R$ 17.250 no domingo.
O domingo merece atenção especial. Segundo a Revo, além da corrida, a cidade terá o trânsito afetado pelo Enem, o que torna o acesso ao autódromo ainda mais lento. De acordo com a empresa, foi pelo ar que o brasileiro Gabriel Bortoleto escolheu chegar a Interlagos.

A segurança como parte do serviço
Todos os voos da Revo são feitos em helicópteros bimotores, com dois pilotos a bordo. A empresa pertence ao grupo de origem portuguesa Omni Helicopters International, controlador da Omni Táxi Aéreo, que opera no Brasil há mais de 25 anos no transporte offshore, com uma frota de cerca de 90 helicópteros e mais de 7 milhões de passageiros transportados.
“O evento começa muito antes da largada, com planejamento minucioso, alinhamento com operadores e tripulações, além de procedimentos desenhados exclusivamente para a competição.”
Patrícia Dib, CMO da Revo
Depois do Grande Prêmio
Fora do fim de semana de corrida, a Revo opera rotas fixas para o Aeroporto de Guarulhos, Fazenda Boa Vista, Quinta da Baroneza e Alphaville, com reserva de assento individual, vários assentos ou cabine inteira. No voo para Guarulhos, a bagagem segue despachada por terra, e o percurso até o heliponto é feito em carro blindado. No verão, há voos privados sob demanda para Ilhabela, Juquehy, Maresias e Guarujá, além de Campos do Jordão.
O passo seguinte já tem data. A Revo encomendou 50 eVTOLs, as aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical da Eve, subsidiária da Embraer, num investimento de US$ 250 milhões que contamos aqui. A operação com a nova tecnologia no Brasil está prevista para começar em 2028.

Para o restante da semana, o nosso guia do Grande Prêmio de São Paulo reúne a programação de Interlagos, e as noites do GP mostram para onde o paddock vai depois da bandeirada.
No domingo, enquanto a Marginal estiver parada, alguém vai cruzar o céu de São Paulo em dez minutos, descer num lounge desenhado por Sig Bergamin e chegar ao paddock antes do hino. O Grande Prêmio continua começando no trânsito. Só que, para alguns, o trânsito ficou lá embaixo.
Serviço
Revo · GP São Paulo 2026, de 6 a 8 de novembro, entre a Faria Lima e o Autódromo de Interlagos (cerca de 10 minutos de voo).
Voo compartilhado: R$ 4.900 por trecho, sábado e domingo, para quem já tem ingresso, sujeito a disponibilidade.
Voo privado, sexta: R$ 17.800 (até 5 passageiros) ou R$ 19.900 (até 8).
Voo privado, sábado e domingo: R$ 31.000 (até 5 passageiros) ou R$ 38.000 (até 8).
Aeronave própria, atendimento no heliponto: R$ 14.950 (sexta e sábado) e R$ 17.250 (domingo), com lounge e traslado às áreas VIP.
Reservas pelo concierge da Revo (concierge@flyrevo.com) ou em flyrevo.com. A WAYFARER Agency também organiza a experiência, do voo ao ingresso.
Gabriel Silveirado, para a WAYFARER. Com informações da Revo. Imagens: Revo / Divulgação e Eve / Divulgação

