Nota editorial: publicada originalmente em 2022 e atualizada em setembro de 2026.
No meio da Alameda Santos, a quatro andares do trânsito da Paulista, existe um pedaço da Tailândia.
O Anantara Spa ocupa o quarto andar do Tivoli Mofarrej São Paulo e chegou à cidade em 2016 como o primeiro spa tailandês do Brasil. A marca nasceu na Tailândia em 2001, e o nome vem do sânscrito: algo como “sem fim”. A promessa é justamente essa, de um tempo que se estica enquanto a cidade continua correndo lá embaixo.

Método: da Tailândia à Amazônia
Os tratamentos partem de tradições tailandesas, indonésias e indianas e incorporam ingredientes brasileiros, como açaí, cupuaçu e argila amazônica. Cada sessão começa com uma conversa rápida com o terapeuta, que ajusta o ritual às necessidades de quem chega. Os protocolos vão de uma a duas horas, e a massagem tailandesa, com seus movimentos precisos e ritmados, é o fio condutor de quase tudo. Nada ali tem pressa, nem o terapeuta, nem a luz baixa, nem o silêncio da sala.

Rituais: o que escolher
Entre os tratamentos assinados, o Journey of Siam, de duas horas, é a imersão mais completa na tradição tailandesa, com óleos florais e compressas de ervas aquecidas. O Thai Spicy Remedy combina vapor de capim-limão, cravo, gengibre e canela com massagem tailandesa. Para quem prefere algo mais leve, os rituais com frutas tropicais, como manga e cupuaçu, apostam na hidratação e no aroma.
Quem tem uma tarde inteira pode optar pelos pacotes de day spa, que reúnem várias etapas em sequência, de escalda-pés e esfoliação a massagem e banho de imersão. Em algumas temporadas, o spa inclui acesso à piscina do hotel, desenhada por Amir Slama. Vale consultar as ofertas vigentes.

Ficha
Anantara Spa, Tivoli Mofarrej São Paulo
Alameda Santos, 1437, 4º andar, Jardins, São Paulo
Aberto todos os dias, com horário reduzido aos domingos e feriados. Aberto também a quem não está hospedado no hotel, mediante reserva.
tivolihotels.com
Duas horas depois, o elevador desce os mesmos quatro andares e a Alameda Santos continua igual. Quem mudou foi o ritmo de quem sai. Em São Paulo, esse é o tipo de viagem mais curta que existe.
Redação WAYFARER

